Pessoas diziam que era dura essa parte da vida,não acreditava.
Talvez eu seja apenas uma criança com medo de ver a malícia dessa vida,talvez eu seja apenas uma pessoa com feridas não curadas,com dores indeterminadas e talvez,eu não seja nada.
Crescendo com males,caindo e aprendendo,vivendo e evoluindo,quase ninguém vê,quase ninguém percebe os detalhes,mínimas coisas que posso fazer,do que posso ver,e talvez quase ninguém queira entender.
Agora,descubro a fraqueza e a fortaleza,tudo dentro de mim,momentos raros que,ao me verem assim,criam cenas inesistentes,barreiras criadas por eles mesmos,e nem ao mesmo me deixam falar,explicações jogadas no poço que talvez,não existam.
Minhas costas doem,carregar culpas que não tenho não é fácil,difícil de abraça-las,dói saber que imagem projetada é um filme que assombra,que o que passo agora não é mais a mesma coisa.
POr fim,só peço que me deixe,que nas horas que estou quieta num canto,respeite,não conclua nada sem antes perguntar e saber o por quê disso.
E sim,continuo amando.
domingo, 5 de setembro de 2010
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