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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

E o que fazer quando se vê nessa situação?
A nota caiu,e amor não fluiu.
O poder de observar me ensina,cria.

Coisas extraordinárias,
cenas indesejadas,
gritos abstratos,
no meio,náusea.

Uma promessa será feita,
se for desejo,
promessas são em vão.

Quero criar a máquina do tempo.

Texto em Branco.

Aprendi que pra ser feliz basta antes de qualquer coisa,a coragem pra aceitar seus limites e aprender com eles.

17set2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010




Na verdade,não sei o que sinto.Sou uma das pessoas mais confusas dessa terra,tenho sentimentos diferentes em questão de segundos.
O que sei é que podemos seguir pela estrada sem tantas desgraças,afinal,quando estamos juntas temos uma sorte que nem uma nem outra teria se estivesse só.

A prova é nossos dias.

Para Larie.
Andando na rua,na neura de achar um assunto como de costume,olhamos mais pra frente e vimos ela:a noiva perfeita,com a noite perfeita,esperando no carro mais perfeito ainda,um antigo.
Naquela noite,a lua era crescente,e abaixo dela,uma estrela,que já digo o significado.
Decidimos sentar na frente,bem na entrada.Alguns carros caros estacionam,pessoas bem vestidas saem e eis que a noiva está do lado da igreja,ela espera atrasar alguns minutos pra não quebrar a tradição.
Idéias vem,não era a toa que paramos na frente daquela igreja,naquela hora,e naquela noite.
A lua se escondia atrás das nuvens em segundos,olhei e pensei que a lua significava a surpresa:como ela se escondia,seria o noivo,com surpresas diferentes todo dia,e a estrela embaixo,o botão de POWER,na hora que ela falasse o sim tão esperado,a estrela se apagava e começava a vida de um casal feliz,o botão do POWER está pressionado.
Eu e Larie concordamos que ela seria feliz,e seu carro estava parado perto,falamos com ela:
-"Sério,você vai ser muito feliz".
A noiva simpática concordou e citou:
-"Que bom,que Deus te ouça!".
A noite perfeita,o casamento lindo e o amor fluindo tão na cara,como não avisar sobre sua felicidade?Ou seria mais uma das piras que temos diariamente?

Quando não está lúcido,fala com o coração.

sábado, 11 de setembro de 2010

Decifrando com gestos.

Hoje,ao parar em um mercado no centro de Curitiba presto atenção numa cena que me chocou:

1º: Um jovem colocar garrafas de água num freezer.Uma cena comum.
2º: Uma mulher de meia idade parada/encostada no caixa.Uma cena comum.

Primeira ação:
O jovem coloca as águas no freezar,algumas caem,ele ri disfarçadamente,uma ato que a lei da gravidade não pode impedir.Uma cena comum.

Segunda ação:
A senhora diz:
- Se apertasse mais esse cinto,não cairiam tantas garrafas.

Terceira ação:
Reparar na calça e no cinto do jovem.

Quarta ação:
Ver e encaixar as peças.
(Decidido:o jovem é novo,talvez esteja em experiência.)
A mulher quer colocar esteriótipos.

Quinta ação:
O jovem se lembra de algo.
- Achei uma caixa de cerveja lá em cima,tava atrás de cadeiras,coloco no freezer?

Sexta ação:
Percebo o riso debochado,que antes passou por acusação,agora de alívio e angústia desprezada.
(pensaram que ele havia furtado a caixa)
Sétima ação:
Conclusão.

*O rapaz realmente estava em experiência,era seu primeiro dia na loja.
*Tive que mandar perguntar,não durmiria bem sem antes ter certeza que minha loucura não é extrema.
*Depois,concluída a história,saio rindo e perguntas infinitas são respondidas e esclarecidas por mim,só a mim mesma.


No terminal 10 minutos depois,ganho uma moeda de um senhor,uma comum de $1.
Ele completa:
- "Cara ou Coroa?".


11 de setembro de 2010.

domingo, 5 de setembro de 2010

talvez

Pessoas diziam que era dura essa parte da vida,não acreditava.
Talvez eu seja apenas uma criança com medo de ver a malícia dessa vida,talvez eu seja apenas uma pessoa com feridas não curadas,com dores indeterminadas e talvez,eu não seja nada.
Crescendo com males,caindo e aprendendo,vivendo e evoluindo,quase ninguém vê,quase ninguém percebe os detalhes,mínimas coisas que posso fazer,do que posso ver,e talvez quase ninguém queira entender.
Agora,descubro a fraqueza e a fortaleza,tudo dentro de mim,momentos raros que,ao me verem assim,criam cenas inesistentes,barreiras criadas por eles mesmos,e nem ao mesmo me deixam falar,explicações jogadas no poço que talvez,não existam.
Minhas costas doem,carregar culpas que não tenho não é fácil,difícil de abraça-las,dói saber que imagem projetada é um filme que assombra,que o que passo agora não é mais a mesma coisa.
POr fim,só peço que me deixe,que nas horas que estou quieta num canto,respeite,não conclua nada sem antes perguntar e saber o por quê disso.
E sim,continuo amando.

domingo, 29 de agosto de 2010

(...) tão difícil,tão real e ao mesmo tempo a incerteza de dizer o que sentimos faz com que me sinta só sem você.